POESIA E MEMÓRIA INDÍGENA

“IRACEMA” DE JOSÉ DE ALENCAR E “MEU VÔ APOLINÁRIO”, DE DANIEL MUNDURUKU

  • Claudenice Soares da Silva Universidade Estadual de Roraima
  • Francymar Rocha Ribeiro Universidade Estadual de Roraima
Palavras-chave: Poesia, Memória indígena, Mito, Realidade

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar a poesia e memória indígena presentes nas obras “Iracema”, de José de Alencar e “Meu avô Apolinário” de Daniel Munduruku, assim como suas relações com a expressão do mito e da realidade dentro das obras. Como metodologia, utilizamos uma análise de abordagem comparada das obras pautando-se crítica e teoricamente o trabalho em autores como Afonso Romano de Sant’anna (1973), Valmir de Souza (2008), Rogel Samuel (2000) e Antônio Cândido (2007).

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Claudenice Soares da Silva, Universidade Estadual de Roraima

Graduanda do Curso de Licenciatura Plena em Letras-Literatura-PARFOR, Universidade Estadual de Roraima.

Francymar Rocha Ribeiro, Universidade Estadual de Roraima

Graduanda do Curso de Licenciatura Plena em Letras-Literatura-PARFOR, Universidade Estadual de Roraima

Publicado
2019-07-04
Como Citar
da SilvaC. S.; RibeiroF. R. POESIA E MEMÓRIA INDÍGENA . Revista Ambiente: Gestão e Desenvolvimento, v. 12, n. 1, p. 28-37, 4 jul. 2019.